Esse é o terceiro disco de estúdio da banda mineira e reúne 14 faixas que, conceitualmente, dialogam sobre a busca por sentido à vida humana

Sub Rosa é uma expressão latina que significa “debaixo da rosa” e é utilizada para sugerir a ideia de segredo ou confidencialidade. Começou a ser utilizada na Idade Média, quando uma rosa era suspensa no teto de salas de reunião para comprometer os presentes – aqueles que estivessem “debaixo da rosa”, deveriam manter sigilo sobre tudo o que ali ocorresse. Este hábito também faz paralelo com a mitologia grega, quando Afrodite deu uma rosa para seu filho, Eros, deus do amor, e este, por sua vez, a entregou para Harpócrates, deus do silêncio, criando um encantamento para assegurar que os segredos da deusa não fossem revelados.

Não diferentemente desse significado e desse mito, a banda mineira Sub Rosa também guarda seus segredos: são um dos poucos grupos brasileiros que possuem o talento de entregar rock progressivo e filosofia que seja acessível a todos!

Por outro lado, não é segredo para ninguém que o Sub Rosa, desde quando foi formado, em 2006, inspirou-se em grandes nomes do gênero como Pink Floyd, The Beatles, Raul Seixas e Marillion. No entanto, desde o princípio fez prevalecer sua própria identidade, como está registrado no debute “The Gigsaw” de 2009 – que vendeu mais de 15 mil cópias em todo mundo – e na obra conceitual, a ópera-rock “11:11” de 2021.

E todos esses continuam sendo os segredos do Sub Rosa em seu mais novo álbum, “AniGmA”.
Gravado no estúdio AudioTrack, onde a banda produziu seu primeiro trabalho, “AniGmA” reúne 14 faixas que, conceitualmente, dialogam sobre a busca por sentido à vida humana.

Destaques do álbum incluem “Vision and the Voice”, que abre o disco com um chamado; “People Who Choose Not to Live”, uma balada cativante com um tema provocador; a sentimental “Hades Atma”, que se aprofunda na experiência do luto; em contraponto a alegria e leveza de “I’ll Always Be There for You”, balada com pegada dos anos 60, e “Darla”, com sua levada cativante. A estética progressiva fica evidente em “Under the Rose (Upon the Cross)”, “Ten Seconds to Tragedy”, “Sandgarden” e a faixa-título com múltiplas paisagens sonoras, indo da psicodelia ao blues. A abordagem mais popular em “AniGmA” se destaca em “The Simplest Love of All Times”, com seu refrão cativante, e no rock despretensioso de “Tomorrows and Yesterdays”. “The Silent”, com seu clima de trilha de terror psicológico, além de “The Emperor’s Old Clothes” e “True Self”, com suas sonoridades únicas, tornam a experiência do ouvinte bastante fluída.

“AniGmA” é um trocadilho que reflete a tendência humana de buscar significados misteriosos para a vida”, explica o baixista e vocalista Reinaldo José. “Embora o conceito do álbum não se limite a uma única interpretação, ele propõe uma linha narrativa que convida cada ouvinte a refletir sobre suas próprias experiências. A jornada do protagonista se transforma em um espelho: um único objeto que oferece a cada observador uma perspectiva única e pessoal.”
O trabalho de arte de capa e encarte foi assinada novamente por Marina Nunes Marques, parceira da banda desde o álbum “11:11” e cocriadora do Tarot Sub Rosa.

Para ouvir “AniGmA” nas plataformas digitais, acesse:
Spotify: https://bit.ly/4kiPxNI
Deezer: https://bit.ly/4bdNBSl
Apple Music: https://bit.ly/3F7LnYw
Amazon: https://bit.ly/3Xesz04
Youtube: https://bit.ly/438RAO9

Atualmente a Sub Rosa é formada por Bárbara Laranjeira (voz, bateria e teclados), Reinaldo José (voz e contrabaixo), Rudolf Pinto (guitarras, violão e voz) e Rômulo César (bateria, voz, violão e teclados).

Entre outras novidades, o grupo também acabou de lançar o filme concerto “KriTherion”, produzido pela AlterFilmes. Inspirado em outras grandes obras da história do rock como “Live at Pompeii” e “The Song Remains the Same”, o trabalho já está disponível no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=zYA_Ho2_iyY

Sub Rosa - AniGmA_Capa