Com 10 faixas inéditas, o disco entrega uma identidade musical refinada e significada na estética do som pesado, reafirmando a titulação da banda como uma das grandes entre a elite do metal extremo do Brasil
Enquanto gênero musical, o heavy metal se aproxima da marca de 60 anos desde sua criação. Naturalmente, as primeiras bandas do gênero somam várias décadas de existência. Para alguns grupos, de fato, essa longevidade não significa muita coisa além de soma de tempo, para outras, porém, o tempo testemunha a favor de sua relevância artística e expressiva, uma solidificação de talento e competência musical. Pois bem, esse é o caso do Prophetic Age.
Formada em Mauá na Grande São Paulo em 1996, por 30 anos o Prophetic Age vem sustentando com maestria o título de uma das principais bandas de metal extremo do país. Os álbuns “Prophetic Age” de 2001 e “Forged In The Blackest Of Metals” de 2003, ambos lançados pela Hellion Records, são obras seminais do black metal nacional. Não obstante, em termos de palco o Prophetic Age ficou conhecido por entregar apresentações tão surpreendentes, que foram convidados para abrir shows históricos no Brasil, como o do Marduk na Led Slay em São Paulo em 2003 – que também contou com o Ocultan – e o Behemoth em 2004, também na Led Slay em São Paulo.
Depois do EP mais recente, “Desolated Landscape”, lançado em 2022, o Prophetic Age lança agora seu mais novo álbum intitulado “Evolution’s Decay”.
Gravado no estúdio Dual Noise em São Paulo com produção de Rogerio Wecko, “Evolution’s Decay” reúne 10 faixas inéditas: “Doomsday Clock”, “Ravenous”, “Visitors”, “Dive Into Darkness”, “Abomination”, “Evolution’s Decay”, “Dark End Storm”, “None Of The Weak Will Stand”, “The Living Dead” e “Beasts Of The Haunted Night”.
Musicalmente, “Evolution’s Decay” não só refina a já consolidada identidade musical do Prophetic Age, mas disponibiliza a estética do som pesado para uma instância de significação.
Já em termos de letras, o disco propõe uma travessia pelo lado sombrio do tempo e da consciência humana.
“Em “Evolution’s Decay”, passado, presente e futuro são vistos através de uma lente que recusa o otimismo fácil”, comenta o vocalista Sferatu, principal compositor das letras. “Essas letras articulam uma visão de mundo marcada pela decadência, pelo peso do imaginário e pela obsolescência programada da humanidade — um olhar lúcido e perturbador sobre o que fomos, o que somos e o destino que construímos para nós mesmos. Esse conceito lírico, aliado ao som, nos possibilita não apenas soarmos pesado, mas significarmos pesado — fazer da nossa arte um organismo único, onde cada elemento reforça a sensação de inevitabilidade e escuridão que o álbum quer provocar no ouvinte.”
A capa de “Evolution’s Decay” é uma arte do baterista Miction Mastemas e sintetiza todo o conceito do álbum.
“Evolution’s Decay” já está disponível em todas as plataformas de streaming:
Spotify: https://abre.ai/rfZ8
Deezer: https://abre.ai/rfZ9
Apple Music: https://abre.ai/rf0a
Amazon: https://abre.ai/rf0b
Youtube: https://abre.ai/rf0c
“Evolution’s Decay” foi lançado em CD físico pela gravadora UBL e está disponível nas principais lojas físicas e online. Uma versão também será lançada em Fita K7 pela Sapo Discos.
Além do vocalista Sferatu e do baterista Miction Mastemas, completam a formação atual do Prophetic Age o guitarrista Rheiss, o baixista Gregor e o tecladista Brahms Kermanns.
Crédito Foto: Wagner Caetano
Mais Informações:
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